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Pelo mundo

terça-feira, 27 de abril de 2010

Bordoadas da vida


Meus amigos tão queridos, que sempre encontram um tempinho para visitar-me nos blogs, devo dizer a vocês e pedir desculpas por uma ausência forçada, cuja vida, no momento me impõe. Minha mãe encontra-se má de saúde, problema que, infelizmente, apareceu em sua mama e que nem gosto de falar o nome. Acredito até, que por ser uma palavra tão maldita e que já nos sentencia à morte, quando muitos a ouvem, vocês já devem ter uma idéia do que possa ser. Com isso, as idéias e a animação de escrever pra vocês, está meio que, se esvaindo. Agora só consigo pensar em minha mãe e em como fazer para ajudar ou, se Deus permitir, curar o seu mal. Terei que ausentar-me por um tempo, até essa tempestade passar. No mais, agradeço a todos que me seguem e que me acompanharam até agora e espero, muito em breve, conseguir voltar à companhia de vocês.
* Por isso, mulheres que me acompanham: Não deixem de se cuidar. Façam o seu check up anualmente para evitarem surpresas desagradáveis.

domingo, 11 de abril de 2010

Merece ser postado: Uma lembrança carinhosa do amigo Walter de Arruda

LAMPEÃO E MARIA BONITA
Foi Amor instantâneo...
E, foi um raio...
Que acendeu esse Amor...
Um Corisco...
Que apareceu...
Mais de uma vez...
Nos céus da caatinga...
Lampejando...A terra sêca...

E, calcinada...
Com sonhos impossíveis...
Ele...Não conseguiu resistir...
Mas tentou...
Ela...
Lhe acertou...E roubou seu coração...
Coisa...
Que nenhuma volante havia...
Conseguido...
Ela conseguiu...

Com um olhar...E algumas palavras...
Um tiro de AMOR...
Sem DÓ...Nem PIEDADE...
INSTANTÂNEO...
Walter de Arruda
Em 7 de abril de 2010 01:09, Recanto das Letras recantodasletras@recantodasletras.com.br>

Tristão e Isolda-Capítulo 19: O regresso de Marcos (2ª parte)

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Os dias iam passando e Marcos já estava a caminho da Cornualha. Algo tinha que ser feito e rápido.

— Não vejo a hora de chegar em casa e rever minha esposa — falava ele animado.

Pelos seus cálculos, levando em conta as paradas para descanso, Marcos acreditava que chegaria à Cornualha dentro de duas semanas. Não enviou nenhum recado, queria chegar de surpresa. Talvez, nas atuais circunstâncias, fosse o melhor.

Enfim passam-se as duas semanas de forma preguiçosa. À frente, Marcos visualiza seu castelo. Será que testemunharia algo que o desagradaria? Teria mesmo que afastar Tristão? Isolda o receberia bem? Tais dúvidas perturbavam o coração do rei.

Chegando naquela manhã, foi recebido com grande festa. Basílica foi a primeira a dar-lhe as boas vindas.

— Basílica! Estás diferente, minha prima! Mais jovial! — admira-se Marcos.

— Passou o tempo do luto, meu primo querido e agora, cobri-me de cores para receber-vos — brinca ela.

— Linda como sempre! E tu, meu sobrinho? — dirigindo-se a Audret. — que me contas de novo?

— Ah, tu não vais acreditar! — antecipa-se Basílica. — Nos casamos!

— Não?! Oh, messa! Se querias surpreender-me ainda mais, conseguiste querida! E Tristão?! Onde está? Estranho não vir receber-me.

Enquanto o rei recebia as boas-vindas, Isolda decidira contar a Tristão, também recém chegado de Lioness, sobre o filho que esperava, pois a barriga, daqui a algumas semanas, começaria a aparecer, só que aquela chegada repentina do esposo, adiou sua decisão. Tristão estava em seu quarto e prestes a contar-lhe, entra a aia desesperada para avisá-los.

Isolda!!! Mande Tristão embora, o rei está chegando!

O quê?! — espanta-se ela.

Bem que Isolda havia ouvido um burburinho à entrada do castelo, como vivas e saudações, mas como o esposo não havia avisado quando chegaria, imaginou que fossem homens voltando da caçada, sendo recebidos por suas respectivas famílias.

Isolda ouviu-lhe a voz e Huddent latiu, ele parecia caminhar-se para o quarto.

— Rápido, Tristão! Desça pelo carvalho!

Foi só o tempo de Tristão descer e ele abriu a porta sorrindo. Por sorte, Isolda usava um vestido mais largo, que ajudava a esconder o fruto do pecado e evitar, agora, possíveis escândalos na Corte.

— Minha esposa! Que saudades! O que foi? Não está feliz em me ver? — cumprimenta-lhe Marcos.

Isolda custou um pouco a se recompor.

— Por certo que sim, meu senhor, apenas não o esperava tão... é... de repente! — tenta justificar-se.

Brangia estava calada. Huddent, como sempre, abanando o rabo para qualquer um. O rei fez-lhe festa.

— Pequeno Huddent! Como estás, senhorinha Brangia?!

— Muito bem. Obrigada milorde...

— Será que poderia... — pigarreia ele.

— Ah, sim! Claro!

Brangia fez uma atrapalhada reverência e saiu.

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