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Pelo mundo

terça-feira, 29 de junho de 2010

Um papo rapidinho Vapt-Vupt!


Eu fico muito feliz, quando pessoas bem intencionadas comentam nas postagens. Pelos comentários, o autor se guia pela opinião do público e procura manter a linha, ou melhorar para agradar cada vez mais. Considero um contato muito importante. Pena que é raro quando comentam, mas toda vez que eu abro os meus blogs, a primeira coisa que eu faço é ver se tem algum comentário para ser publicado e qual não é minha alegria, quando um amigo deixa um recado? Seria muito bom se nós estreitássemos os laços de amizade...
Mamãe está fazendo quimioterapia e está passando bem, graças a Deus. Peço a todos que rezem muito por ela e por mim também.

Tristão e Isolda-Capítulo 19: O regresso de Marcos (3ª parte)

Aos poucos estou reescrevendo, encontrando, no íntimo, algum ânimo. Devo isso a vocês, que me acompamham com tanto carinho e não posso deixá-los tão na mão. Se a história não sair como deveria, peço que me perdoem, tentarei fazer o melhor que puder. Por sorte, a história no blog pode ser revista e melhorada, quantas vezes preciso for. Avisarei sempre. Um grande abraço a todos os meus amigos leitores.



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Marcos dirigiu-se à Isolda para abraçá-la.

— Senti muito a sua falta — fala ele.

— Eu também. Ah, meu senhor! Tu não imaginas o que aconteceu em toda a sua ausência! Preciso contar-vos as novidades! — desconversa ela para tentar ganhar tempo.

— Que novidades?

— Dinas e Brangia irão se casar e Audret e Basílica, se casaram!

— Ora, mas que boas notícias!

Do lado de fora, Brangia estava desesperada. Se o rei visse a barriga, iria logo perceber que Isolda o havia traído.

— Preciso avisar Tristão! Isolda não teve tempo de contar-lhe...

Enquanto isso, no quarto, Isolda tagarelava sem parar. O rei já estava enfadado com aquela conversa toda.

— Muito bem, minha querida, já me contaste sobre Brangia, Audret, só que não me contaste sobre vós. Como passou esses meses todos?

— Com muitas saudades...

— E sobre Tristão? Como ele se comportou durante minha ausência?

— Oh, muito bem! Um perfeito gentil-homem! Não me deixou faltar nada!

— Faltou-vos alguma vez com respeito? — quis saber o rei.

— Não senhor! De jeito nenhum! Ele me respeita como sua rainha! Por que essa pergunta absurda?

Isolda ficou preocupada, o olhar de Marcos tomou ares sérios.

— Eu recebi uma carta, enquanto estava nas terras de Uriens. Uma carta que não agradou-me nem um pouco.

Isolda estremece dos pés à cabeça. Será que Marcos sabia dela e de Tristão? Alguém teria visto os dois juntos e contado a ele?

— C-Como assim? — gagueja Isolda.

— Se eu pudesse, teria voltado no mesmo dia. Porém, para que corra tudo bem em uma viagem, esta deve ser muito bem planejada. Enfim, dizia a tal carta, que Tristão e você estavam muito íntimos.

Isolda ficou horrorizada e fingiu-se ofendida.

— Que língua infame incutiu em vossa mente tamanha barbárie?! E vós acreditastes? Pensei que confiasse em mim?!! Que me amasse?!!!

Marcos ao vê-la chorar, ficou desnorteado e sem saber o que dizer.

— Minha querida, entenda... Oh, por Deus! Não queria ofender-vos! Mas apenas achei que, como não fui um ótimo marido, por deixá-la só ainda recém casada...

— Pelo que me tomas?!

— És tão jovem e bela e eu, um velho...

— Chega, meu senhor, vos peço. A cada palavra que proferes, me ofendes ainda mais!

— Perdão vos peço por desconfiar de vós... Vem aqui...

Ela se afasta.

— Por que foges de mim? — reparou ele.

Isolda tinha que pensar em uma boa desculpa e rápido. O fato é que ela temia que ao abraçá-la, ele percebesse a barriga.

— Porque não quero vosso abraço, não depois de dar crédito a uma carta que acusou-me de forma tão injusta! Estou muito magoada... por favor... me deixe só.

O rei não contestou. Talvez, no lugar dela, se sentisse da mesma forma. Assim, preferiu sair e deixá-la acalmar-se.

“Eu consegui afastá-lo por enquanto, mas à noite terei que arrumar um meio de esconder o ventre estendido e que ele não me toque... ou talvez, o melhor seja que ele... Oh, deusa! Se eu e Tristão não encontrarmos uma solução, o rei terá que pensar que o filho é dele. Espero que ele não repare o meu estado, nem que para isso, eu use ervas mágicas que o embriaguem e não sinta a barriga um pouco crescida ...”


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segunda-feira, 7 de junho de 2010

Satisfações aos amigos


Minha mãe está bem, embora ainda não tenha nenhum tratamento definido, está mais consciente de que precisa lutar pela sua vida e deixou a depressão de lado. Quanto a mim, estou com saudades de postar neste cantinho aqui e creio que também já curti uma fossinha que já deve ser esquecida, porque a vida continua e enquanto há vida, há esperança. Espero em breve, recomeçar a postar a história que conto neste blog. Uma abraço e um beijo no coração de todos.